sexta-feira, 24 de abril de 2009

Aécio descarta candidatura ao Senado em 2010

O governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves, descartou a possibilidade de concorrer ao Senado Federal em 2010, em uma entrevista divulgada nessa quinta-feira.

Quando perguntado se deixaria o governo para concorrer a algum cargo eletivo, ele disse que é "algo claro", e que só não deixaria o governo na data limite (seis e meses antes das eleições), caso quisesse encerrar suas atividades políticas.

"A possibilidade de eu não sair do governo é no caso de eu encerrar a minha atividade política, porque aí eu não poderia disputar qualquer cargo", disse.

Quando cogitado se o Senado seria um plano B, Aécio disse que não trabalha "na vida com plano B". Ele disse afirmou ainda que como potencial candidato do PSDB à presidência do País, observa o desempenho da governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius.

"Ela sofre uma oposição muito ferrenha, e a expectativa não minha, mas de todo o PSDB, é de que todas essas acusações sejam rebatidas, é preciso também que as acusações venham com provas. Não podemos cair no denuncismo vazio, mas se houver algum indício, acho que ela será a primeira a ter interesse em apurá-lo. É muito importante que isso ocorra. A minha expectativa é que efetivamente possa superar essas dificuldades", disse.

Aécio anunciou ainda novas regras de contenção no custeio dos gastos públicos no Estado, em virtude dos caçulos terem sido feito com base no crescimento de 5% do PIB e inflação de 4,5% em 2009, números que não correspondem a realidade econômica em virtude da crise financeira, segundo estimativas de órgãos e agências que fazem esse tipo de levantamento.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Brasil segue dividido sobre ditadura, afirma pesquisador

Coimbra, 21 abr (Lusa) - O pesquisador José Carlos Moreira da Silva Filho afirmou, em Coimbra, que a sociedade brasileira ainda se encontra "muito dividida" em relação à ditadura militar e que o tema é evitado por vários setores sociais.

"A sociedade está muito dividida em relação à questão da ditadura. Existem forças que entram em choque dentro da sociedade, dentro do próprio governo, setores que reivindicam uma memória a respeito das atrocidades que foram cometidas durante a ditadura e outros que entendem que não houve sequer essas atrocidades", disse o especialista.
O conselheiro da Comissão de Anistia do Brasil foi um dos oradores no seminário luso-brasileiro sobre repressão e memória política, que foi realizado durante dois dias no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra.

"Boa parte da opinião pública brasileira acha que a questão da tortura cometida pelos agentes do Estado, pela ditadura militar, foi muito mais uma invenção de setores esquerdistas", afirmou o professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em declarações à Agência Lusa.

Reação da sociedade

Existe "um silenciamento", de acordo com o jurista, em relação ao tema da ditadura por parte de vários setores da sociedade brasileira.

"A ditadura não foi feita só pelos militares, ela foi apoiada por vários setores da sociedade civil, ligados ao empresariado, à Igreja, a vários órgãos e instituições representativas da sociedade", considerou José Carlos Moreira da Silva Filho.

Segundo o professor universitário, "o Brasil está muito atrasado na forma de lidar com esse período, em relação a outros países da América Latina como a Argentina e o Chile".

"Agora estamos começando a fazer algo que já deveria ter começado antes, mas é fato que o tema da ditadura militar aparece no Brasil em vários espaços, aparece muito no cinema, em livros e jornais. Esse assunto está vindo com força. Tenho esperança e otimismo que teremos condição de resignificar a história do nosso país e torná-lo mais democrático", afirmou.

Debate

No seminário, organizado pelo CES e pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça do Brasil, foi também oradora a portuguesa Margarida Calafate Ribeiro, pesquisadora responsável pelo projeto multidisciplinar "Os Filhos da Guerra Colonial: Pós-memória e Representações".

A pesquisadora afirmou que existe "uma estratégia" de se evitar o tema da guerra colonial na sociedade portuguesa.

"O fim da ditadura, o 25 de abril, a descolonização, ofuscam a memória da guerra colonial", declarou, realçando também que, para os ex-combatentes, "houve um apagamento do sentido político do conflito".

"Há uma descoincidência entre a memória pública e individual: naquela pouco se fala da guerra, mas quase todas as casas portuguesas têm histórias de guerra", afirmou Margarida Calafate Ribeiro.

No período de debate desta sessão, o historiador Rui Bebiano considerou que a deserção "é um fenômeno cuja importância ainda hoje é escamoteada".

"Há estudos que indicam que, na fase final da guerra [colonial], o número de desertores e refratários chegou a 30 por cento dos mobilizados", considerou o investigador do CES e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

O seminário, que decorreu durante dois dias no CES, foi encerrado hoje por Paulo Abrão Pires Junior, presidente da Comissão de Anistia do Brasil, e por Cecília MacDowell Santos, pesquisadora do CES.

Fonte

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Internet. Política. Comentário e propraganda proibidos.
Estão todos proibidos de dizer alguma coisa contra ou a favor de políticos na Internet para a próxima eleição. Restrição imposta pelo Tribunal Superior.

Por Lilian Christofoletti, na Folha:
A restrição imposta pelo Tribunal Superior Eleitoral ao uso da internet como instrumento de propaganda fechou as portas do mundo virtual para a divulgação de informação jornalística e de manifestações individuais sobre candidatos.A Limitação está prevista na Resolução nº 22.718, Uma espécie de guia para as eleições municipais deste ano. O ponto mais polêmico é o fato de o TSE ter equiparado legalmente a internet ao rádio e à televisão, que são concessões públicas.A Legislação eleitoral proíbe a mídia eletrônica de difundir opinião favorável ou contrária a candidato e ainda de dar tratamento diferenciado aos postulantes. Já os jornais e revistas, que são empresas privadas, não sofrem restrições.Na Prática, a equiparação significa que as inúmeras ferramentas da internet -como blog, e-mail, web TV, web rádio e páginas de notícias, de bate-papo, de vídeos ou comunidades virtuais- não poderão ser usadas para divulgar imagens ou opiniões que configurem apoio ou crítica a candidatos.A Vedação cria situações inusitadas. Um texto desfavorável a uma candidatura, por exemplo, pode ser publicado num jornal impresso, mas não pode ser reproduzido em um blog.ATÉ MESMO O INTERNAUTA PODERÁ SER MULTADO se criar sites, blogs ou comunidades pró ou contra candidatos. O tribunal entende que quem não pode praticar um ato por meio próprio também não pode praticar por meio de terceiros.

domingo, 5 de abril de 2009

aaah, as maravilhas do mundo digital.
cansado de ver tv na sala com todo mundo falando e comentando ao mesmo tempo?
cansado de ter sua visão interrompida por gente passando em sua frente?
cansado de ser limitado aos canais de tv aberta?
cansado de perder os trechos que você mais queria ouvir graças ao nego que passou cantando alto bem NAQUELE momento?

então aproveite a solidão de seu quarto e delicie-se:

100antena.com

uns politiquinhos fofos pra você.
escolha um canal e go ahead.

mas lembre-se: Barack Obama Q.I. = 137. Qual é o teu?

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Código de Ética - Câmara de Limeira

Oiee galeraaa...
Eliseu Daniel, presidente da Camâra de Veradores de Limeira fala a TV Jornal, sobre o Código de Ética que devem respitar...
Vale a pena prestar atenção!!!

a utilização de "sítios" na internet pelos vereadores limeirenses




É, bem vindos a era da "inclusão digital".
Desde o surgimento da internet até os dias atuais, muitas mudanças ocorreram no mundo digital, e com a chegada da chamada "web 2.0" a facilidade da troca de informações permitiu a abertura de diversos canais de divulgação.
Um dos meios utilizados para campanhas e pós campanhas políticas é a criação de sites ou blogs dos candidatos onde você pode acompanhar informações sobre seus projetos e atos, além de possuir um canal para feedback.

Em Limeira temos alguns exemplos:

Eliseu Daniel




http://raulnilsen.net23.net/




Carlinhos Silva




terça-feira, 31 de março de 2009

Campanha do PV no Youtube

Vando para Vereador, eleições passadas.
Alguém votou nele?

=*